Ok, não sei!

Uma coisa é certa: muita gente tem vergonha de dizer que não sabe alguma coisa.

E outra coisa é certa: isso é muito prejudicial. Quer saber porque?

Imagine uma situação extrema, em que você está deitado em um centro cirúrgico com seu abdômen aberto. Um dos membros da equipe de cirurgia diz:

- Frederico, faça uma incisão de 3cm no fígado do paciente!

- Ok! – responde o Frederico. Porém ele não sabe como fazer essa incisão. E abre um “rasgo” de 9cm no seu intestino!

Segura que eu corto!

Claro que essa situação não acontece (ou não deveria acontecer) no mundo real, afinal para participar de uma cirurgia o médico deve possuir uma série de conhecimentos.

Mas trazendo para outra área, se você recebe a incumbência de fazer uma reunião com um cliente importante e aceita, mas sem estar preparado para conduzir essa negociação, você pode trazer vários problemas: não fechar o negócio, perder o cliente, queimar a imagem da empresa… Tudo isso porque você não admitiu que não se sentia seguro para realizar essa tarefa. Você não soube dizer “não sei”.

Não é demérito algum reconhecer que em algum ponto você não sabe. Ninguém é obrigado a saber tudo! Reconhecendo que não sabe alguma coisa você abre espaço em sua mente para aprendê-la, se necessário, e passa a mensagem aos seus superiores que eles podem confiar em você pois você não “arriscará” com o nome da empresa, você sabe seus limites. Além disso, demonstra humildade e capacidade de auto-avaliação.

Mas atenção: não é pra simplesmente dizer “não sei”, virar as costas e ir embora! Tem que demonstrar interesse! Algo do tipo:

- “Olha, não me sinto seguro ainda para realizar tal tarefa, mas vou estudar mais para adquirir esse conhecimento”;

- “Creio que para fazer X precisarei de auxílio, pois ainda não me sinto preparado para realizar isso sozinho”;

Não saber não é o problema, o problema é não querer aprender! A falta de vontade é o que mata o profissional, o verdadeiro perfil acomodado.

Então tudo bem, pode dizer que não sabe, mas não tem desculpa pra não saber pro resto da vida!

Sucesso a todos!

Empreendendo sem empreender

No post anterior falei sobre dois tipos de profissionais, o “acomodado” e o “incomodado”, que são basicamente os tipos existentes de profissionais e empreendedores, salvo raras excessões. Se não leu recomendo que leia esse post para ficar mais “por dentro” do que será abordado no post atual.

Esse post surgiu por conta de debates recentes que acompanhei, tanto no Linkedin quanto no programa “A Classe Alta”, do mestre Seiiti Arata, e são pontos que me fizeram pensar bastante. E no Linkedin recebi alguns feedbacks interessantes: pessoas “incomodadas” que não tem o perfil empreendedor e colocaram essa opinião.

Concordo plenamente, nem todo “incomodado” vai empreender. Mas todo empreendedor, principalmente os bem sucedidos,  são “incomodados”.

Subindo!

Aí entramos no título desse post: é totalmente possível “empreender sem empreender”!!!

Quer saber o que eu quero dizer com isso? Quero dizer que você deve enxergar sua carreira como uma empresa.

Para uma empresa ser bem sucedida é necessário:

  • Planejamento
  • Esforço e Dedicação
  • Investimentos

Para você ser bem sucedido é necessário:

  • Planejar: Onde eu quero estar daqui a “X” tempo? O que eu quero fazer da vida?
  • Se dedicar: nada vai cair do céu! Trabalhar com afinco, estudar, estar sempre atualizado, aprender idiomas. São itens necessários no seu quesito “dedicação”.
  • Investir: como disse no tópico anterior nada vai cair do céu! Então você terá que pagar por cursos, livros, palestras, enfim, por meios de melhorar sua “Você S/A” (parafraseando a famosa revista) para conseguir mais sucesso!

Esse tópicos servem tanto para você basear sua carreira quanto para você iniciar um empreendimento. Então você, aí, no seu emprego, pode ter um perfil empreendedor mesmo sem nunca montar um negócio próprio, mas gerindo sua carreira como um empreendimento que terá como retorno futuro um emprego melhor, com maiores ganhos, com maior realização profissional. Cada um tem suas prioridades, e entendo que há pessoas que não desejam ter uma empresa ou não tem o tino comercial para tal, mas que se tiverem essa visão de empreender poderão ter grande sucesso em suas carreiras!

Vamos empreender, seja abrindo empresas, seja abrindo a mente!

Sucesso a todos!

O acomodado e o incomodado

Depois de um longo e tenebroso inverno estou de volta! Vou tentar escrever aqui mais freqüentemente! (ainda se usa a trema nessa palavra?)

Estava eu no Linkedin Respostas quando me deparei com uma pergunta: “Qual é o perfil do empreendedor nos dias atuais?” (Link aqui), pergunta feita pelo camarada Wilson Teixeira. Dei minha contribuição lá e pintou a idéia de escrever esse post de hoje, pois como posso traçar o perfil do empreendedor brasileiro sem traçar um pouco o perfil do trabalhador brasileiro?

Trabalhadores em horário de almoço. Imagem clássica!

Aí pensei e cheguei a uma conclusão: existe o acomodado e o incomodado.

O trabalhador acomodado é aquele que se contenta com qualquer coisa. É o típico profissional que não almeja nada a não ser conseguir pagar as contas (as vezes deixar uma ou outra pra trás…) .

Essa pessoa não se capacita, ela acha que o que sabe está suficiente, o que é um risco pois o mercado cada vez mais é exigente com a capacitação dos profissionais. Essa pessoa nunca tenta ser promovida, porque “apesar de ganhar mais vou perder minha tranquilidade”. Essa pessoa tem o sonho do funcionalismo público de “ganhar bem e trabalhar pouco”, o que nem sempre é a realidade.

Esse profissional não empreende. Ele tem medo de tudo, de trocar de emprego, de assumir responsabilidades, quanto mais de arriscar a ter o próprio negócio. Jamais! A palavra de lei para ele é estabilidade, mesmo que nivelada por baixo.

Quando esse profissional quebra as cadeias e empreende (fato raro) ele não vai longe. Sabe porque? Por medo! Por acomodação pura! Se o negócio vai mal em algum momento (normal!) ele já abandona e volta pra algum emprego “estável”. Se o negócio vai bem ele não investe em inovação, pois já está indo bem mesmo, pra que arriscar? E aí a concorrência o supera, o negócio dele começa ir mal e ele abandona e, adivinhe: volta pra um emprego “estável”.

Não tenho dados científicos (e acredito que ninguém tenha) para provar minha teoria, mas com certeza o maior índice de empreendimentos que fecham com pouco tempo se dá pelo(s) dono(s) com esse perfil acomodado.

Falta muito pras 18h?

Aí temos o perfil do incomodado. Esse profissional se sente desconfortável em ser “mais um”, em ser “pobre” (entre aspas, pois é muito subjetivo e essa visão varia para cada pessoa), em ficar estagnado. Esse profissional sempre quer evoluir, crescer e, muitas vezes empreender. Com certeza a maioria dos empreendedores no país tem esse perfil.

Porém esse perfil tem alguns riscos: esse profissional muitas vezes troca demais de emprego, pois acha que nunca o atual é bom o suficiente pra ele, o que pode trazer benefícios (como mais experiência) e malefícios (como falta de identificação, desmotivação).

O maior risco vem no cara que decide empreender: ele se apega muitas vezes aos seus sonhos, seus planos, o que imagina que vai conseguir, e “mete a cara”, arrisca mesmo. Só que não faz um estudo de viabilidade, uma análise de mercado, um estudo da concorrência, e aí acaba tendo problemas que podem até mesmo causar o fim do empreendimento.

O perfil ideal do empreendedor é o cara que arrisca, mas com a cautela necessária. Por cautela entenda preparação prévia, análise, conhecimento do mercado em que está entrando. Cautela também com não investir tudo, não colocar todos os ovos em uma única cesta. Com esse perfil o profissional pode ter sucesso em seu empreendimento e conseguir o sonho da independência financeira, do “não ter patrão”.

E você , o que pensa sobre o perfil do profissional brasileiro? E do empreendedor? Comente aí!

Obrigado, Steve Jobs!

O dia 05/10/2011 ficará marcado como o dia em que o mundo perdeu um gênio. Fundador da Apple, Jobs revolucionou o mundo da tecnologia com a criação do Macintosh, e posteriormente com inventos que marcaram época, como o iPod, o iPhone e o iPad.

Dono de uma capacidade de comunicação fantástica e de uma criatividade brilhante, Steve foi um exemplo de como criar expectativas em torno de produtos e de uma empresa, além de criar consumidores ávidos (chamados muitas vezes de fanboys) pelos produtos da Maçã. É considerado o dono do “Campo de Distorção da Realidade”, onde qualquer produto apresentado por Jobs tornava-se “amazing”, “incredible”, “magic”.

O livro “A cabeça de Steve Jobs” relata detalhes da trajetória desse executivo de grande sucesso, recomendo fortemente a leitura. Atualmente estou lendo o livro “Faça como Steve Jobs”, que trata a respeito da capacidade oratória e de realizar apresentações, muito bom também.

Steve foi uma mente tão brilhante que mudou a vida de pessoas que nunca utilizaram seus produtos. Se você tem um computador em sua casa (que não seja da Apple), um smartphone com Android ou um tablet como o Samsung Galaxy Tab você está colhendo frutos plantados por Jobs.

Então, por tudo isso, só podemos agradecer esse gênio que nos deixou.

Obrigado, Steve Jobs!

Who I am?

Estava eu ouvindo a música “The Logical Song” na voz de Emmerson Nogueira e parei pra pensar: realmente sabemos quem somos?

O intuito desta postagem não é ser filosófico, psicológico ou terapêutico. É ser prático.

Passamos anos de nossa vida estudando, desde a pré-escola até pós-graduação, MBA, mestrado, doutorado e afins. Tudo isso para dizer quem somos: “sou o doutor Fulano, especialista em Tratados Internacionais”.

Toda essa busca é válida, essa preparação, esse esforço, mas não deve ser visto como simplesmente um título. É muito comum ver pessoas fazendo cursos e mais cursos para colocar no curriculo e só, sem realmente captar o conhecimento desses cursos. O que me interessa é ter “bagagem”, mesmo que toda essa bagagem seja apenas um conjunto de diplomas e certificados que não provam quem eu sou profissionalmente.

Também acontece o inverso: o cara tem poucos cursos formais, mas muita experiência profissional. Ele é mecânico porque é, não porque fez meia dúzia de cursos, e isso vale para várias áreas.

Aí voltamos ao caminho da discussão recorrente: é necessária a regulamentação na área de TI?

Sempre me posicionei contra, como podemos ver nesse post. Porém situações como a do post anterior fazem pensar que, se não é a regulamentação que vai resolver, ao menos ter Sindicatos eficientes e leis específicas para a área para evitar os abusos salarias que vemos por aí.

Post tenso para uma segunda-feira?

Então curta o talento de Emmerson Nogueira cantando “The Logical Song” e tenha uma boa semana!

http://letras.terra.com.br/emmerson-nogueira/135490/traducao.html

NOTA: O título desse post usa da mesma licença poética da música. A expressão correta seria “Who Am I?”

Falta mão-de-obra em TI?

Esse é um assunto que nós, da área de tecnologia da informação, nos deparamos todos os dias. Mas eu questiono: será que isso é realmente verdade?

Em notícia da INFO publicada em maio de 2010 temos um cenário que nos mostra que teremos um apagão de TI por uma série de fatores. Se quiser ler o link é esse.

Concordo que faltam pessoas capacitadas, principalmente em áreas bastante específicas. Mas também temos empresas que exigem demais dos candidatos tentando pagar um salário para alguém que faça o trabalho de três ou mais profissionais. Isso é muito errado!

Veja esse anúncio de vaga que originou um tópico no grupo Vagas de TI, no Linkedin:

PROGRAMADOR JÚNIOR

Uma Vaga – PORTO ALEGRE-RS 08/2011
———-: xxxxxxxx
———-: Programador
———-: R$ 1.4xx,00
———-: Superior completo ou em andamento.
Obrigatória experiência em programação C#.NET, ASP.NET e SQL Server.
Desejável Experiência com outras linguagens, especialmente Java, PHP .
aproximadamente R$ 1.4xx,00

Empresa: **********************

Resumo da ópera: isso é um absurdo! Querem pagar algo em torno de R$ 1400 para um profissional com experiência em C# e SQL Server e ainda vão “priorizar” candidatos que saibam Java e PHP, ou seja, dois profissionais em um. E essa não é a pior vaga divulgada no tópico (que por sinal é esse aqui)

Vish!

Outro comentário do mesmo tópico:

Alguns meses atras recebi uma proposta para trabalhar com desenvolvimento em java em uma cidade no interior do Parana, proximo de Curitiba e o salario seria entre R$ 800,00 e 1.000,00 beneficios (metade do convenio médico) kkkkk é pegadinha do malandro né rss
Sou de Sp Capital, imagina mudar de cidade, pagar aluguel com uma salario desses…

Aí vocês me dizem: é só não aceitar!

Sim, é. Mas se as empresas ainda divulgam essas “oportunidades” é porque tem quem aceita. Vamos nos valorizar! Não dá pra aceitar qualquer salário depois de fazer 4 anos de faculdade, 2 anos de pós e ainda inúmeras horas de estudos informais. Temos que receber um valor compatível com nossos conhecimentos.

Existem empresas que pagam ótimos salários, realmente compatíveis com os conhecimentos dos profissionais, que entendem que é melhor ter 3 especialistas do que 1 faz tudo, pois o custo vai compensar na qualidade. Mas há empresas que acham que TI é só custo, então “vamos pagar o mínimo possível”.

O Brasil vive um déficit de salário como um todo, ou alguém acha mesmo que dá pra viver com salário-mínimo? Todos deveriam ganhar mais, e quanto mais capacitado maior o salário, uma conta simples. Porém temos uma série de problemas, principalmente tributários e burocracia, que impedem o crescimento do país.

Então o que eu tenho a dizer sobre a pergunta título desse post? Eu digo que sim, falta mão-de-obra em TI. Mas não tanto quanto se diz, pois muitas vagas são “impossíveis” de se preencher com os requisitos exigidos, e aí alegam que “falta profissional qualificado”.

Uma analogia simples:

Não existe médico que é ao mesmo tempo neurocirurgião, cardiologista, fisioterapeuta e nutricionista.

E não existe profissional de TI que é ao mesmo tempo DBA, Desenvolvedor Java, Analista de Requisitos e Especialista em Infra-Estrutura.

Especialistas! Vamos pensar nos especialistas para as áreas que precisamos de especialistas, e vamos remunerar os especialistas de acordo com os conhecimentos que eles tem!

Estamos amadurecendo na área de Tecnologia em nosso país (que por muitos anos foi referência só em agropecuária), então podemos vislumbrar um futuro melhor. Basta todos terem consciência:

- Profissionais: se valorizem, não aceitem qualquer vaga! (há exceções, podemos debater nos comentários)

- Empresas: entendam que é melhor ter 2 funcionários especialistas do que um do tipo “pato” – anda, nada e voa, mas não é bom em nenhuma dessas coisas.

Bom trabalho para todos e sucesso!

6 dicas para viajar a trabalho

Viajar é muito bom, conhecer lugares novos, culturas diferentes, é sempre interessante. Quando digo para as pessoas que viajo bastante no meu trabalho as pessoas já associam que conheço muitos lugares novos, porém minha resposta segue quase sempre um padrão, em tom bem-humorado: “Conheço empresas, restaurantes e hotéis. Só”.
Quando viajamos a trabalho raramente temos tempo para passear, além de termos o stress por estarmos trabalhando em solo desconhecido. Esses e outros fatores tornam as viagens a trabalho muito diferentes das viagens turísticas, e eu gostaria de compartilhar algumas dicas para ter mais tranquilidade nesses momentos.
1- Confira sua mala!
Essa vale tanto para viajar a trabalho quanto a passeio. É muito comum esquecermos alguma coisa, porém podemos minimizar isso conferindo bastante e, se possível, conferindo a bagagem junto com uma checklist para garantir que não haverão esquecimentos.
Nota: as vezes a pressa impede até mesmo de conferimos a mala, ou algum momento de distração/stress/tensão/etc. Aí não há checklist que resolva… experiência própria!

"Shampoo, ok... chinelo, ok... ahhh, meias! Faltam as meias!"

2- Planeje
Estamos sempre vivendo de acordo com horários, e como você não quer chegar atrasado é importante planejar. Se vai pegar estrada calcule o tempo de viagem e procure sair com pelo menos uns 30 minutos a mais, para o caso de algum imprevisto, como uma blitz, ou trânsito lento por causa de acidente, ou furar um pneu.
Se vai utilizar outros meios de transporte, como ônibus ou avião, é importante se planejar para chegar com antecedência no local de embarque. Isso evita muitas dores de cabeça caso perca o vôo
3- No hotel relaxe!
Você viajou, levou tudo (ou esqueceu alguma coisinha, normal…), trabalhou o dia todo no seu cliente, fez reuniões, elaborou documentos, etc, etc, etc. Finalmente pegou suas coisas e foi para o hotel. O que fazer agora? Relaxar!
Não fique tentando adiantar coisas (a não ser que sejam extremamente urgentes), ou revendo o que foi feito. É necessário descansar, senão no próximo dia de trabalho você não vai render!
4- Leve itens que te façam feliz
Seja um tablet, um videogame portátil ou um livro, sempre leve algo que seja do seu agrado para o momento de relaxamento no hotel. Isso ajuda você a se sentir mais em casa!
No meu caso costumo levar livros quando preciso dormir em hotel (normalmente minhas viagens são curtas, estilo “bate-e-volta”), adoro ler antes de dormir e fazendo isso eu tenho a sensação de estar em um ambiente mais natural para mim.

Só não leve muitos, senão ficará pesado...

5- Do hotel para o trabalho
Também é necessário ter um planejamento do tempo gasto entre o hotel e o local onde está trabalhando para evitar atrasos. Isso inclui perguntar a pessoas da cidade sobre o trânsito entre esses pontos, pois um dos principais fatores de atraso principalmente em grandes cidades é justamente esse.
6- Hora de ir embora!
Assim como na ida, na volta é importante conferir se não está esquecendo nada! É terrível chegar em casa e constatar que algo ficou para trás, principalmente se for algo essencial. Em muitos casos você pode nunca mais recuperar seu pertence.
——–
Agora é sua vez! Compartilhe suas dicas sobre viagens de negócios conosco nos comentários!

Seja curioso!

“A curiosidade matou o gato”.

Será?

Há muitos e muitos anos essa frase é dita e repetida por muita gente como uma verdade absoluta, um mantra, um guia para viver bem! Algo como “não se meta onde não foi chamado”, “fica na sua” e “aprenda só o que precisa”.

Isso está certo?

Não! De forma nenhuma!!!

Hoje em dia é importante conhecer várias áreas, não só para sua carreira, mas para ter um fator essencial: conteúdo.

É horrível precisar conversar com alguém que não tem o que dizer. E isso pode inclusive complicar em uma entrevista de emprego, onde o entrevistador não consegue puxar assunto porque a pessoa não tem nada pra dizer.

Você trabalha com TI, então você tem que estudar só coisas de TI? Não! Recentemente li vários livros de um autor chamado John Grisham, que escreve literatura baseada em ambiente jurídico. Também li um livro chamado “Os Mercadores da Noite”, de Ivan Sant’anna, que trata do mercado de ações (também ficção).

Estou errado?

Deveria ter lido nesse meio tempo só livros voltados à minha carreira? Preciso me atualizar constantemente, mas é excelente ler/assistir/ouvir/pesquisar sobre assuntos que fogem da minha área de atuação. Conhecimento não ocupa espaço!

Busque ter conteúdo, busque saber sobre várias coisas. Você não precisa ser especialista em Línguas, Física, Direito, TI, Mecânica e Educação Física. Mas pode saber algumas coisinhas, conhecer alguns assuntos, pelo menos pra bater um papo!

Tenha conteúdo!

Você não tem essa alternativa...Você não tem essa alternativa…

Você se contrataria?

Estava lendo um artigo no blog Carreira Profissional com o mesmo título deste que estou escrevendo. Nesse artigo o autor questionava na área do Direito sobre profissionais liberais, levando o leitor a se ver como o cliente. Dessa forma, você contrataria o “você profissional” para ser seu advogado?

Após ler esse artigo parei para pensar: e na área de TI? A área de tecnologia possui muitos profissionais liberais, conhecidos como Freelancers, ou Freela para os íntimos.

E você se contrataria?

Hmmmmm, me explica isso!

Assim como o autor do artigo (a propósito, o link para o artigo é esse) também penso que todos, ao fazer essa pergunta, diriam: claro que sim! Eu sou bom no que faço, sou capacitado, ético e honesto!

Mas isso não é diferencial, é obrigação!

Na área de TI temos muitos profissionais desonestos, que não entregam seus projetos, ou que copiam projetos de outros clientes para vender, enfim, temos muitos exemplos ruins que infelizmente existem. E mesmo assim esses “profissionais” conseguem clientes. Como?

O principal fato é o preço. Profissionais que jogam seu preço lá embaixo e depois fazem qualquer serviço meia-boca (escrevi um artigo sobre como cobrar por um serviço uma vez, para ler clique aqui!). Outro fator é a indicação, do tipo “filho do sobrinho do vizinho do amigo do porteiro do prédio”, conhecido popularmente como “os sobrinhos”. Esses pseudo-profissionais pegam serviços de coisas que nem sabem fazer, e queimam o filme da área de TI inteira.

Então é importante saber como cobrar, ser capacitado, estar atualizado, ser ético e honesto. Também é necessário saber se vestir, se comunicar, ter bons parceiros e se relacionar bem com o mercado.

Dessa forma você pode dizer que sim, se contrataria! O exemplo do sobrinho também diz que sim, mas “se contrata” uma vez só, porque depois que vê a qualidade do serviço…

15 coisas que você NÃO deve divulgar em redes sociais

Estava lendo alguns artigos na internet e encontrei uma postagem no CRM Outsiders muito interessante, e resolvi compartilhar com vocês os itens que encontrei lá.

Algumas coisas são realmente chocantes!

Eu já comentei sobre alguns pontos a respeito de manter uma boa imagem na web (aqui, aqui e aqui), e esse post é um complemento às informações passadas nos outros.

Se você quiser ler o original em inglês, clique aqui. Senão, leia abaixo em português!

  1. Fotos de festas mostrando você bêbado ou com a mão em algum lugar que não deveria estar
  2. Que você fará uma festa – ao menos que você realmente deseje ter mais pessoas do que você convidou
  3. Senhas – exceto se você tem totais condições de perder a informação ou o dinheiro que protege
  4. Que você está planejando ficar doente. NT: conhecido no Brasil como “desculpinha do atestado”
  5. “Dramas” com seus amigos
  6. Problemas com seus pais ou familiares
  7. Como conseguir mais conexões, amigos ou seguidores – isso soa como spam
  8. Suas funções fisiológicas – sério, ninguém precisa ou quer saber essas coisas
  9. Fotos ou eventos que revelem que você não estava doente naquele dia que deveria estar trabalhando (vide item 4)
  10. Reclamações sobre seu chefe
  11. Que você odeia seu trabalho e quer sair – isso pode acontecer mais rápido do que você pensa
  12. Links de sites pessoais a partir de sua conta corporativa – mantenha separado os negócios das coisas pessoais
  13. Atualizações que você fugiu da prisão e está em fuga (pare de rir, isso já aconteceu!)
  14. Fotos de partes do seu corpo, ou pior, do corpo de outras pessoas  (a não ser que seja seu trabalho – tatuador, por exemplo).
  15. Qualquer coisa que você não se sinta confortável – não poste isso. As chances de outras pessoas não se sentirem confortáveis também é enorme!